As religiões movem multidões!
Sem sombra de dúvidas, a religião é um dos tópicos de conversa que me dá extremo prazer discutir. Talvez por, assumidamente, não acreditar em nenhuma religião! Há quem diga que sou contra, mas sublinho apenas que não acredito.
Respeito enquanto respeitarem a minha posição. É um caso recíproco…
Analisando a religião católica, acho burlesco cada pessoa poder interpretar o livro de Deus à sua maneira. Uma religião cheia de contradições e pendências de honra com a ciência.
As missas dadas numa igreja pelo padre Zacarias (nome fictício apenas para referência) conseguem ser interpretadas de maneira diferente de uma missa dada pelo padre Dionísio (outro nome engraçado) noutra igreja qualquer. Refiro-me a missas em que o tema é o mesmo e as leituras são coincidentes.
Há muitos séculos atrás, compreendo o papel que a religião teve para controlar as suas marionetas, leia-se povo. Nos dias de hoje seria lógico que as pessoas fossem realistas… Bastava isso.
Discutir religião é um tema que tem pano para mangas e dá-me um gozo tremendo falar com devotos sobre o seu Deus e as suas crenças. As pessoas crescidas não deviam ter um amigo imaginário.
Se tivesse alguns conhecimentos em psicologia poderia aconselhar os crentes em como se curarem mas em psicologia sou um total leigo!
Tive uma educação católica e como miúdo curioso que sempre fui, absorvi tudo o que me foi passado, sempre com imensas questões. Algumas dúvidas foram esclarecidas, outras nem por isso. As religiões têm uma palavra universal incrível para quando não sabem explicar qualquer coisa – a password é: fé. o_O’
Por essas e por outras é que li a Bíblia de uma ponta à outra. Só serviu para me dar mais razão.
Antes de criticar o que quer que seja, devemos estar informados do assunto em questão. Agora vou ler o Livro de São Cipriano para poder comentar outro tema!
Então e se eu criasse a minha própria religião? Chamava-lhe Filipenismo ou algo parecido…
Imagino no meio de uma missa, uma “padre” (sim, UMA, porque na minha religião as mulheres podem dar missas também ^^) a dar bolachas de chocolate às pessoas enquanto dizia: “Em nome de Cristo“, ao que as pessoas respondiam: “Graças a Filipe!“… Ou então: “O Filipe esteja convosco“, -”Ele está no meio de nós!“…
Vendo nesta perspectiva pode parecer absurdo, mas acho genial a analogia.
Acredito que muita gente esteja a pensar que eu estou completamente errado naquilo que digo e escrevo. São livres de acreditar em histórias da Carochinha e do João Ratão. Eu não tenho amigos imaginários e sou feliz assim mesmo.
Hoje em dia é facílimo encontrar falsa humildade por aí. Por isso é que considero a sinceridade, um dom.
Termino com uma citação de Voltaire: “Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las.”