Desengane-se quem pensa que o tempo cura tudo.
É como tomar uma aspirina após ter partido uma perna, simplesmente não cura…
O tempo apenas cura o que há para curar.
Quando as ideias estão nubladas, caimos no erro de tentar interpretar as coisas de maneira espontânea, por vezes irracional. Dizemos coisas que mais tarde nos poderemos arrepender, tomamos actos irresponsáveis e elevamos a mente a locais do mais puro imaginário.
Acredito que o ser humano tem tendência em procurar fortes bases para a estrutura frágil do seu quotidiano. Inconscientemente somos induzidos a tomar acções que nos deixem mais confiantes e optimistas.
A nível sentimental consigo ver uma fragilidade na procura da felicidade. Por vezes somos atingidos com doses industriais de emotividade e somos levados a pensar rapidamente, sem qualquer tipo de reflexão.
Normalmente caímos no erro de pensar apenas por nós próprios, principalmente quando estamos a falar da interactividade entre duas pessoas. A chave está aí: DUAS pessoas.
Depois há outro aspecto que me faz reflectir. A incrível mania de sofrer por antecipação…
Aí volta a história de sofrer por algo que não se tem ou que nunca se teve.
Tenho um segredo que partilho com uma só pessoa.
Esse segredo é tão reservado que nem eu mesmo compreendo o que é. Falo de um sentimento.
À primeira vista passa por uma grande amizade, mas já o confundiram com amor.
Não se restringe a nenhum dos dois. É algo mais forte. Mas tão difícil de explicar, como de perceber.
Apenas sei que há pessoas que viravam o mundo do avesso para encontrar algo assim. Um sentimento tão verdadeiro e recíproco que faria inveja a muita gente.
Apesar dos altos e baixos de duas vidas que teoricamente se deveriam afastar do seu rumo conjunto, cada vez que aparece uma ponte entre essas vidas, lá surge uma luzinha, tal qual uma estrela cadente no meio do escuro céu de lua nova…
Uma espécie de magia.
Passa outro dia, outro mês, outro ano e continuo a procurar fazer do singular, plural.
Caminho sozinho.
Sinto que apenas procuro a verdade, vagueando pelas memórias, censurando o que fiz de errado, para não cair nos mesmos erros.
Todos nós, somos um ser em constante mutação.
Há alturas em que se encontra alguém.
Inconscientemente avaliamos o padrão da pessoa e comparamos com o nosso.
Nasce atracção, desenvolve-se amor.
Por vezes ficamos presos entre o nossa fantasia e a realidade.
A negação tentará cegar-nos, até deixarmos de acreditar…
Sem dó nem piedade, vemos o fim.
Um final doloroso, um final de frustração.
Quem caminha sozinho e encontra alguém que o completa, certamente irá sentir dor, em destruir o que até ali se construiu.
À medida que a outra pessoa nos escorrega das mãos, a fé causa-nos sofrimento.
A esperança vai morrendo…
Entre EU e TU apenas há uma maldição.
A vida é mesmo assim.
Dar tudo por uma pessoa, pode não ser suficiente quando ela não te ama de volta. Só um amor não chega e as palavras não sabem amar…
Há uns tempos lancei um par de posts (Perspectivas e Step by step) que sentido, pouco tinham…
Apenas hoje posso “abrir o jogo” e esclarecer que o novo rumo que a minha vida iria tomar, é o simples facto de me ter candidatado ao ensino superior. Sem grandes surpresas, entrei.
Há uns anos atrás, no tempo do meu secundário, a ideia de seguir os estudos fora abandonada desde logo. Nunca gostei de dependências e estudar numa faculdade é sinónimo disso mesmo.
Então segui um plano alternativo.
O primeiro passo era arranjar um emprego que me desse alguma estabilidade, para um dia mais tarde tentar seguir com os estudos.
Hoje não preciso de ajudas financeiras de terceiros. Pago as minhas propinas, a minha gasolina, as minhas despesas…
Ninguém me pode chatear se estudo muito ou pouco.
Mesmo sabendo que o meu trabalho não é propício a estudos, pelo menos posso dizer que tentei!
Quanto ao resto só o tempo dirá.
A minha passagem pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, certamente ficará marcada nas minhas memórias. E isso já é um marco!
Actualmente vivemos numa sociedade em que o telemóvel é uma ferramenta essencial. Já não se passa sem ele.
Mensagem para aqui, mensagem para ali, uma chamadita para acolá…
Depois há de variados tamanhos, feitios, marcas e modelos. Difícil é, não encontrar um ao seu gosto.
Contra a estatística, não possuo um Nokia. Nem tão pouco lhes acho piada.
Sou adepto dos Sony Ericsson (SE).
Até à uns dias tinha um K750i vermelho. Um tudo-em-um bastante sólido, que nunca me deixou ficar mal.
Pelo menos até ter deixado de vibrar. Inexplicavelmente o motivo de tamanha peripécia foi “humidade na placa”…
Qual facada nas costas.
Após uma pesquisa na net (especial atenção para o site da Defesa do Consumidor) porque sentia-me injustiçado pela garantia não cobrir “humidades na placa”, deparei-me com N casos semelhantes, ironicamente grande maioria na marca finlandesa.
Vi-me na necessidade de mudar de mobile.
Andei a ver diversas marcas e modelos mas acabei por comprar outro SE. Na minha óptica, mais bonito que o outro, e na mesma apetrechado de utilidades.
O eleito dá-se pelo nome de W660i.
Virado especialmente para a música e para o cenário web mobile, este móvel é um encanto, em tons de preto e dourado.
E pronto, agora já sabem mais um pouquinho sobre mim… ;)
Há dias em que tudo parece nublado.
Não me refiro ao tempo, nem tão pouco ao estado de sobriedade de uma pessoa.
Apenas à maneira de olhar para a vida. De a viver.
Caminhar sem destino é o desejo de muitos, mas na realidade todos nós procuramos alguma coisa. Um ideal.
Decepção.
É o sentimento que fica entranhado no corpo, quando as coisas não correm como queremos.
Acordar, olhar pela janela e ver o céu carregadinho de nuvens na iminência de nos punir com chuva…
Abrir o jornal e ver que os números da lotaria não correspondem com o nosso talão…
Fazer anos e a pessoa que nos é mais importante não se lembrar…
Pergunto-me: - Será inteligente viver uma vida cheia de ideais?
… (reflicto) …
Não me encarem como um pessimista. Seria errado fazê-lo.
Interpreto o mundo real, não o fictício.
Viver de ilusões não nos leva à utopia. Arrasta-nos pelas correntes fáceis da felicidade a curto prazo!
Neste espírito cito umas palavras que na altura não me apercebi de tamanha consciência, mas que agora lhes dedico inteira escrita: “Não penses no que não tens, mas em tudo o que já conquistaste”.
Escrevi uma história num papel.
Poderia ser fruto de uma visão distorcida das coisas, mas não.
Era real apesar de ser apresentada simbolicamente.
Um jeito indirecto de escrever sem levantar pó…
Quando me preparava para transcrever o texto para o blogue, parei e pensei:
- Por que haveria eu de me martirizar com coisas do passado?
Coisas essas que já não têm retorno;
Já não fazem sentido (se é que alguma vez fizeram!).
Foi então que peguei na minha escrita, esbocei um sorriso e atirei-a directamente para o cesto dos papéis.
Sem remorços.
Sem esforço.
Quem diria que este lábios que fazem corar, expressariam novamente aquele sorriso!
Todos os tempos passam.
Uns apenas duram mais algum tempo… mas acabam por desaparecer.
Convertido a este novo conceito, ressuscito o espírito que havia perdido.
Esta miúda é uma doida! Só sai de casa à noite e não se cansa de correr na sua roda. :D
Ainda não lhe dei pipocas mas após ver este video, fiquei com vontade de o fazer. Será que aguentam o filme todo sem largar um sorriso?