Odin Sphere é da Vanillaware, produtora de Princess Crown, RPG de acção para a extinta Sega Saturn que não ficou muito famoso no Ocidente. Para o jogo da PlayStation 2, desenhos feitos à mão foram colocados em movimento para narrar uma épica saga de poder, perda e amor, com base na mitologia nórdica (que tanto me fascina!).

O enredo conta que as nações de Erion viveram sempre preocupadas com a paz, à medida que os reis e rainhas vigiavam-se à espreita de quaisquer sinais de fraqueza. Quando o país de Valentine é obliterado pelo poder de um antigo artefacto, uma sangrenta guerra espalha-se entre as fadas de Ringford e os guerreiros de Ragnanival.
O que eles não sabem, contudo, é que estão a desencadear uma profecia quase esquecida que pode levar o mundo à destruição total. O jogador assume o controlo da princesa Gwendolyn, filha de Odin, e deve seguir o rasto de uma intrigante história até descobrir a verdade por trás da profecia – para, então, colocar um fim nela.

- enquanto escrevo isto, podia estar a acabar o jogo! -
Odin Sphere é um jogo de acção com deslocamento lateral no ecrã (estilo conhecido como side-scrolling), além de ataques arrasadores e muitas magias. Inicialmente, pode remeter à simplicidade dos jogos das era de 8 e 16-bits, mas o jogo tem recursos requintados, como diálogos de voz (em inglês ou japonês), aliados a elementos clássicos, como os bosses.
São cinco personagens jogáveis, todos com destinos interligados. Somando ainda o sistema de alquimia que pode ser utilizado para criar items. Uma parceria da Atlus com a Square-Enix que desde o início me deixou curioso, levando-me inclusivé a fazer a pré-order, afirmando assim que comprei o jogo no seu dia de lançamento!