30 April 2008

Coldplay: NOVO single

Category: música — Filipe Ribeiro @ 22:42

Uma das minhas bandas favoritas está prestes a lançar o seu novo álbum, intitulado, Viva La Vida Or Death and All His Friends em Junho. Entretanto os Coldplay lançaram no seu site, o primeiro single do álbum, gratuito para download.
Aqui vos deixo a letra e música de Violet Hill.


Was a long and dark December
From the rooftops I remember
There was snow
White snow

Clearly I remember
From the windows they were watching
While we froze down below

When the future’s architectured
By a carnival of idiots on show
You’d better lie low

If you love me
Won’t you let me know?

Was a long and dark December
When the banks became cathedrals
And the fog
Became God

Priests clutched onto bibles
And went out to fit their rifles
And the cross was held aloft

Bury me in honour
When i’m dead and hit the ground
A love back home unfolds

If you love me
Won’t you let me know?

(Guitar Solo)

I don’t want to be a soldier
With the captain of some sinking ship
With snow, far below

So if you love me
Why’d you let me go?

I took my love down to violet hill
There we sat in snow
All that time she was silent still

So if you love me
Won’t you let me know?

If you love me,
Won’t you let me know?

29 April 2008

O stand da Ford

Category: Fotos, lifestyle — Filipe Ribeiro @ 15:59

Para satisfazer os diversos pedidos, eis que surgem mais imagens do evento referido no post anterior.
Como sou boa pessoa, até fiz upload do video que gravei numa ocasião especial.

Ford Fiesta

- O novo Ford Fiesta (para não dizerem que não vi carros) -

Meninas Ford
- As meninas “Feel the difference” (digo eu) -

28 April 2008

F.I.L. - Salão Internacional do Automóvel de Portugal 2008

Category: lifestyle — Filipe Ribeiro @ 22:38

O descanso do Algarve fez-me bem.
Fiquei com a sensação que me recarregaram as baterias, mas isso talvez tenha sido por culpa do belíssimo sol algarvio.
Mal pousei as malas em casa, já me via a caminho da Feira Internacional de Lisboa. O Salão Internacional do Automóvel sempre me fora tentador, e este ano resolvi aparecer, para presentear os meus olhos.

Os nove euros de entrada foram, cedo, compensados no stand da KIA. Uma sessão de marcações de grandes penalidades perante um guarda redes virtual, era o desafio. Marcavam-se 3 golos e tínhamos direito a uma bola de futebol do Euro 2008. Digamos que a bola já cá mora!
De seguida vagueei pelos diversos stands, grandemente representados por (quase) modelos femininos e, claro, por grandes máquinas sobre rodas…

Agora apenas me falta ganhar o euromilhões ou encontrar uma mala cheia de dinheiro num passeio para comprar um carro daqueles dos filmes. Difícil é escolher! ^^

Pensando melhor, implicando um nível de raciocínio elevado, talvez fosse boa ideia comprar um vermelhinho destes a crédito! Hmmm, será que pagaria muito de juros?! XD

25 April 2008

25 de Abril

Category: nostalgia — Filipe Ribeiro @ 00:00

 

 

portugal_25abril1974.jpg

“Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade”

 

Há 34 anos atrás, uma revolução em nome da liberdade!

22 April 2008

Férias

Category: lifestyle — Filipe Ribeiro @ 23:16

É tempo de umas mini-férias…
A minha grande dúvida nisto , é se as minhas tartarugas vão sobreviver. Deixei-as em Lisboa, abandonadas, apenas com 2 amigos quase tão desnaturados quanto eu, com a árdua missão de as alimentar…
Receio pelo pior. :P

14 April 2008

Timeout!

Category: leituras, reflexos — Filipe Ribeiro @ 19:29

Ando com muito pouco tempo para a escrita.
Gostava de ter o dom da ubíquidade…

 

Amar

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave
de rapina.Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade

 

3 April 2008

Palavrões

Category: leituras, reflexos — Filipe Ribeiro @ 15:09

“É pior falar mau português do que falar mal em bom português. Quem anda para aí a foder a língua não são os que dizem «Foda-se» de vez em quando. São os que dizem «Acabou de terminar» e «Eventualmente estão assegurados». Se não usarmos os palavrões livre e inocentemente, eles tornar-se-ão em meras obscenidades. E, para obscenidade, já basta a vida em si.” (Miguel Esteves Cardoso in Explicações de Português)