A ideia está genial!
Tirar fotos, às variadas mortes, de um (infeliz) macaco.


Não deixem de passar aqui para verem o resto das fotos.
A ideia está genial!
Tirar fotos, às variadas mortes, de um (infeliz) macaco.


Não deixem de passar aqui para verem o resto das fotos.
Actualmente vivemos numa sociedade em que o telemóvel é uma ferramenta essencial. Já não se passa sem ele.
Mensagem para aqui, mensagem para ali, uma chamadita para acolá…
Depois há de variados tamanhos, feitios, marcas e modelos. Difícil é, não encontrar um ao seu gosto.
Contra a estatística, não possuo um Nokia. Nem tão pouco lhes acho piada.
Sou adepto dos Sony Ericsson (SE).
Até à uns dias tinha um K750i vermelho. Um tudo-em-um bastante sólido, que nunca me deixou ficar mal.
Pelo menos até ter deixado de vibrar. Inexplicavelmente o motivo de tamanha peripécia foi “humidade na placa”…
Qual facada nas costas.
Após uma pesquisa na net (especial atenção para o site da Defesa do Consumidor) porque sentia-me injustiçado pela garantia não cobrir “humidades na placa”, deparei-me com N casos semelhantes, ironicamente grande maioria na marca finlandesa.

Vi-me na necessidade de mudar de mobile.
Andei a ver diversas marcas e modelos mas acabei por comprar outro SE. Na minha óptica, mais bonito que o outro, e na mesma apetrechado de utilidades.
O eleito dá-se pelo nome de W660i.
Virado especialmente para a música e para o cenário web mobile, este móvel é um encanto, em tons de preto e dourado.

E pronto, agora já sabem mais um pouquinho sobre mim… ;)
As saudades que tenho do meu Golf… :P
Your heart is broken
and you don’t seem 2 mind
I guess it happened
a little 2 many times (2 many times)
You tried and you got tired
those long half written stories
You held a fire
right under the snow
they don’t they don’t
how could they really know
they don’t
they don’t know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry?
Do you remember me?
I was the one the that held you through
I held a spotlight
when you did that crazy dance
Danced with you
I felt like superstars do
me and you
we’re just like superstars
I was around you
You couldn’t really tell
I held you close while
while you drove
you just drove into hell
you know
a kind of hurt that binds
a light that loves you blind
and while your feet go
they’d go deeper in the sand
You wave and drown
you’re waving to the crowd
that sits
but they don’t know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry?
Do you remember me?
I was the one the that held you through
I held a spotlight
when you did that crazy dance with me
Yeah you did that crazy dance
You did that crazy dance with me.
(did that crazy dance….)
Cause they don’t know how it feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see us cry?
Now will you remember me?
I was the one the that held you through
I held a spotlight
when you did that crazy dance with me
As i danced with you
I felt like superstars do
Me and you,
we’re just like superstars
danced with you, just like superstars do
me and you, we’re just like superstars….

Esta é outra música que facilmente entra na cabeça.
Um assobio contagiante….













Depois da TVI é a vez da SIC apostar em “coisas” sem jeitinho nenhum…

E dizem os senhores da televisão:
“Transmitido em directo na SIC, de segunda a sexta-feira entre as 3h30 e as 5h00 da manhã, QUANDO O TELEFONE TOCA! é um formato original, 100% interactivo que dá a oportunidade aos telespectadores de jogarem em casa e ganhar muitos prémios em dinheiro.
É o programa ideal para quem está acordado à noite e pretende uma companhia irreverente, dinâmica e divertida como o são os apresentadores do QUANDO O TELEFONE TOCA!, Patrícia Henrique, Vanessa Palma e Quimbé.
Desenvolvido com o objectivo de dar aos telespectadores uma experiência única, apelativa e cheia de ritmo QUANDO O TELEFONE TOCA! não alinha em jogos impossíveis.
É muito simples e todos podem participar desde que sejam maiores de 18 anos! Ao ligarem para o número de telefone indicado, os telespectadores habilitam-se a participar num dos incríveis jogos. Entram em directo no programa e só têm de acertar na resposta correcta ao passatempo proposto para ganhar prémios em dinheiro!
No QUANDO O TELEFONE TOCA! os jogos são inovadores, rápidos e os gráficos são originais de forma a proporcionar aos telespectadores da SIC horas de puro entretenimento.
QUANDO O TELEFONE TOCA! não sabe quem vai estar do outro lado pois os três apresentadores conduzem a emissão alternadamente! ”
É este o futuro da televisão nacional?
Não fazia mais sentido passarem séries antigas ou até mais recentes?
Nem que fossem desenhos animados… agora “isto”!
Para fazer dinheiro, era bem mais fácil pedirem às pessoas para enviar notas de 50 euros dentro de envelopes…

Há dias em que tudo parece nublado.
Não me refiro ao tempo, nem tão pouco ao estado de sobriedade de uma pessoa.
Apenas à maneira de olhar para a vida. De a viver.
Caminhar sem destino é o desejo de muitos, mas na realidade todos nós procuramos alguma coisa. Um ideal.
Decepção.
É o sentimento que fica entranhado no corpo, quando as coisas não correm como queremos.
Acordar, olhar pela janela e ver o céu carregadinho de nuvens na iminência de nos punir com chuva…
Abrir o jornal e ver que os números da lotaria não correspondem com o nosso talão…
Fazer anos e a pessoa que nos é mais importante não se lembrar…
Pergunto-me: - Será inteligente viver uma vida cheia de ideais?
… (reflicto) …
Não me encarem como um pessimista. Seria errado fazê-lo.
Interpreto o mundo real, não o fictício.
Viver de ilusões não nos leva à utopia. Arrasta-nos pelas correntes fáceis da felicidade a curto prazo!
Neste espírito cito umas palavras que na altura não me apercebi de tamanha consciência, mas que agora lhes dedico inteira escrita: “Não penses no que não tens, mas em tudo o que já conquistaste”.
E mais não digo…

O meu interesse nasce quando ouço a Lonely Day dos SOAD, durante o trailer de Paranóia.
Um thriller claramente inspirado no filme “Janela Indiscreta“, o clássico de Hitchcock que nos apresenta uma história de mistério e intriga, em torno de um assassinato que bem pode ser apenas produto de uma forte imaginação.
Apesar de não ser uma história rica em inovação. gostei bastante deste Paranóia.
Mesmo assim prefiro o nome original - Disturbia - do que a sua respectiva tradução para a língua de Camões, Paranóia portanto.
Uma agradável surpresa é a recente ascenção do jovem actor Shia LaBeouf, que após o ter visto em Transformers e ouvido a dar voz a Cody, o pinguim protagonista de Surf’s Up (Dia de Surf), deliciei-me com a sua prestação neste Paranóia.
Acredito que este jovem actor tenha um futuro promissor no mundo cinematográfico!
Também gostei da presença da actriz Sarah Roemer, que para mim é uma completa novidade, visto que não conheço nada dela.
Apesar de ser mais uma vítima do Photoshop, a foto tem um significado bem bonito! :P

Fonte: Nirvana Musing
Escrevi uma história num papel.
Poderia ser fruto de uma visão distorcida das coisas, mas não.
Era real apesar de ser apresentada simbolicamente.
Um jeito indirecto de escrever sem levantar pó…
Quando me preparava para transcrever o texto para o blogue, parei e pensei:
- Por que haveria eu de me martirizar com coisas do passado?
Coisas essas que já não têm retorno;
Já não fazem sentido (se é que alguma vez fizeram!).
Foi então que peguei na minha escrita, esbocei um sorriso e atirei-a directamente para o cesto dos papéis.
Sem remorços.
Sem esforço.
Quem diria que este lábios que fazem corar, expressariam novamente aquele sorriso!
Todos os tempos passam.
Uns apenas duram mais algum tempo… mas acabam por desaparecer.
Convertido a este novo conceito, ressuscito o espírito que havia perdido.
