Quem não se lembra do primeiro jogo do ouriço mais famoso do planeta?
E da vozinha a dizer SEGA antes de iniciar o jogo?
Os anos passam, mas há coisas que ficam…
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Quem não se lembra do primeiro jogo do ouriço mais famoso do planeta?
E da vozinha a dizer SEGA antes de iniciar o jogo?
Os anos passam, mas há coisas que ficam…
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Xiii… o que eu me fui lembrar!
Quando era miúdo, este era um dos desenhos animados que seguia atentamente. Terei sido só eu?
Desta vez, falo de uma daquelas músicas que me consegue pôr a cantarolar cada vez que passa na rádio!
A voz ímpar de Mika faz-me lembrar (e muito) o antigo vocalista dos Queen, Freddy Mercury… Dá-nos uma agradável sensação de déjà vu, ouvir este libanês a cantar! E ainda há o acréscimo desta música ter uma letra bastante interessante e até a podem ouvir no fim deste post!
Quem é amigo, quem é?
Mika - Grace Kelly
I wanna talk to you,
The last time we talked Mr. Smith,
you reduced me to tears.
I Promise You It Won’t Happen Again
Do I attract you?
Do I repulse you with my queasy smile?
Am I too dirty?
Am I too flirty?
Do I like what you like?
I could be wholesome.
I could be loathsome.
I guess I’m a little bit shy.
Why don’t you like me?
Why don’t you like me without making me try?
I tried to be like Grace Kelly,
But all her looks were too sad,
So I tried a little Freddie.
I’ve gone identity mad!
I could be brown.
I could be blue.
I could be violet sky.
I could be hurtful.
I could be purple.
I could be anything you like.
Gotta be green.
Gotta be mean.
Gotta be everything more.
Why don’t you like me?
Why don’t you like me?
Why don’t you walk out the door?
(Getting angry doesn’t solve anything)
How can I help it?
How can I help it?
How can I help what you think?
Hello, my baby.
Hello, my baby.
Putting my life on the brink.
Why don’t you like me?
Why don’t you like me?
Why don’t you like yourself?
Should I bend over?
Should I look older, just to be put on your shelf?
I tried to be like Grace Kelly,
But all her looks were too sad,
So I tried a little Freddie.
I’ve gone identity mad!
I could be brown.
I could be blue.
I could be violet sky.
I could be hurtful.
I could be purple.
I could be anything you like.
Gotta be green.
Gotta be mean.
Gotta be everything more.
Why don’t you like me?
Why don’t you like me?
Walk out the door.
Say what you want to satisfy yourself,
But you only want what everybody else says you should want… you want!
I could be brown.
I could be blue.
I could be violet sky.
I could be hurtful.
I could be purple.
I could be anything you like.
Gotta be green.
Gotta be mean.
Gotta be everything more.
Why don’t you like me?
Why don’t you like me?
Walk out the door.
(Repeat)
Humphry we’re leaving.
Kaching
Desde miúdo que as pupilas dos meus olhos saltitam ao ritmo da bola de ténis, que insiste em correr o court, de um lado para o outro, sem tocar na rede… Num ritmo alucinante, só se ouve: “poc… poc… poc…”, à medida que a bolinha amarela beija as cordas da raquete. Confesso que sempre achei imensa piada à expressões faciais que os jogadores e jogadoras fazem em cada “raquetada” e principalmente ao sonzinho de esforço, que sai naturalmente ao fim de muitos minutos de jogo.
Apesar de saber as regras todas desde pequeno, o ténis nunca foi o desporto eleito. Fruto de influências inconscientes de criança, segui as passadas, ditas normais, de qualquer miúdo e comecei a jogar futebol (sem sombra para qualquer dúvida que é o meu desporto favorito!). Nunca joguei ténis com ninguém por não haver oportunidade. É sempre dificil arranjar um “campo”, para não falar de arranjar raquetes e bolas… e as oportunidades de praticar ténis, reduziam-se assim a zero.
Mas desengane-se quem achava que não iria experimentar o mundo do ténis!
Não me lembro como surgiu a conversa, mas de repente vi-me a ser desafiado para uma partidinha! Como não resisto a desafios, aceitei. O problema seria o court, lá teríamos de alugar um… Mas (como sempre) aqui o jovem com os seus connects arranja um belo court de ténis bem pertinho da minha casa, ao preço do vento! E, inevitavelmente começou a diversão…
Dois rookies totalmente desajeitados, com o domínio total na teoria mas com imensa falta de prática, vão jogar este belissimo desporto para relaxar os músculos… lol
Há sempre a desculpa que estava muito vento e que as bolas não saíam sempre bem por causa dele. No fundo isso não interessa para nada porque a minha estreia no ténis já era por si, emocionante.
Apesar de contarmos os pontinhos todos, o resultado não interessava para nada! Mas que fique para a memória que ganhei o jogo :P (apesar do adversário ter um horário para cumprir, indo embora antes do jogo acabar… mas até à altura estava a ganhar 5-4 em jogos). Gostei desta manhã diferente e certamente irei repetir. Ah e o Federer que se prepare!!!!
Hoje dou a conhecer uma das minhas músicas favoritas, vinda de uma banda que poucos conhecem (digo eu!). Chama-se Belive in dreams e é da autoria dos Flyleaf.
Apesar do grupo ser adepto de um rock algo definido, esta música é bem soft!
Note-se que Lacey Mosley (a vocalista) tem uma presença muito similar à Avril Lavigne mas as letras das músicas não têm nada a ver.
Só tenho pena de não ter encontrado um videoclip decente para meter aqui.
Sobra-me a questão. Valerá a pena acreditar nos sonhos?
Believe In Dreams
I know, the days will come and go,
But baby I’ll grow old, but I will die.
For now, is it worth it to be sad,
if it’s harder to be glad to be alive?
For the trouble I have caused
I wonder,
Where do I belong?
Is it here?
Believe in dreams you love so much,
Let the passion of your hearts make them real-
And tell all the ones you love,
Anything and everything you feel.
I laugh about the past-
Secretly,
Wish we could go back,
And save the child…
As I look around this room,
See the worried eyes I know
It’s time I cannot buy
Was this worth the time to rise?
Was this worth the time to rise?
Believe in dreams
I believe in dreams
I believe in dreams
I believe in you
Believe in dreams you love so much,
Let the passion of your hearts make them real
And tell all the ones you love,
Anything and everything you feel
Believe in dreams
Believe dreams
Lisboa Revisited (1923)
Não: Não quero nada.
Já disse que não quero nada.
Não me venham com conclusões!
A única conclusão é morrer.
Não me tragam estéticas!
Não me falem em moral!
Tirem-me daqui a metafísica!
Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas
Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) —
Das ciências, das artes, da civilização moderna!
Que mal fiz eu aos deuses todos?
Se têm a verdade, guardem-na!
Sou um técnico, mas tenho técnica só dentro da técnica.
Fora disso sou doido, com todo o direito a sê-lo.
Com todo o direito a sê-lo, ouviram?
Não me macem, por amor de Deus!
Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?
Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?
Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.
Assim, como sou, tenham paciência!
Vão para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!
Para que havemos de ir juntos?
Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
Ah, que maçada quererem que eu seja da companhia!
Ó céu azul — o mesmo da minha infância —
Eterna verdade vazia e perfeita!
Ó macio Tejo ancestral e mudo,
Pequena verdade onde o céu se reflete!
Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje!
Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta.
Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo…
E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!
Álvaro de Campos
Hoje tenho andado com umas comparações no mínimo estranhas.
Como já é rotina, vejo-me a trabalhar no controlo de acessos do bunker, mas desta vez só me vem à cabeça pensamentos nostálgicos de Abril de 1945. O império de Adolf Hitler encontrava-se completamente arrasado pelos soviéticos. O
Führer estava com Eva Braun refugiado também num bunker… Segundo os factos históricos, a última refeição do Adolfo teria sido vegetariana (esparguete com molho de tomate) e mais tarde as conhecidas doses fatais de cianeto. Para ele, para ela e para a cadela de estimação, Blondi (li isto hoje no Público).
Até aqui tudo bem, visto que o meu jantar foi frango frito à mexicana e isso é tudo menos vegetariano! E assim a história não se repete (ainda bem para mim!)… se bem que o sumo de laranja estava com um sabor estranho (seria cianeto?!)…
Outra curiosidade que me pôs a pensar foi o facto da Marvel ter escrito num comic book (o mais recente capítulo da série Civil War) que um sniper acaba com a vida do Capitão América!!! Pois é, ao fim de mais de 60 anos, o super-herói é abatido no meio da confusão, em plena escadaria do Tribunal Federal de Nova York… Morre assim um dos mais conhecidos e bem-amados personagens de banda desenhada… Mas não se fiem muito nesta morte porque não me admiro nada que a editora de BD arranje uma maneira toda catita de trazer Steve Rogers de volta ao mundo dos vivos!
Ah, mas tudo isto porque ontem estive numa carreira de tiro a fazer o belo tiro de manutenção, e pela primeira vez, senti-me uma verdadeiro sniper!!! O meu tiro estava a sair magnificamente bem, fazendo pontuações de invejar os que se encontravam somente a ver. Sim porque em dez disparos fazer dois noves e o resto tudo 10, não é para todos! (hoje estou cheio de modéstia)…
Questiono-me se poderia ter sido eu a terminar com a vida do Capitão América… lol (isto é o que dá andar a ver demasiados filmes)…
Agora fugindo um pouco a esta onda de comparações, com o que se passa ou passou pelo mundo, e a minha própria vida (exemplo de egocêntrismo?!) deu-me na cabeça (re)ler alguma obra de Pessoa. Talvez por ser a celebridade que mais idolatro, por admirar o seu way of life e sem dúvida pela maneira como as palavras encaixam na sua poesia, que têm um encanto especial… Gostava de ter a capacidade de me “separar” em diversos heterónimos, com feitios diferentes, adaptando-me a qualquer situação que a vida nos traga. Por vezes acredito que sou um pouco assim, mas como nunca ninguém me falou nisso, deve ser mania da perseguição (mais uma!).
Por fim quero apenas manifestar a minha tristeza por saber que dia 15 vou estar de serviço, o que me impede de ver a estreia do novo álbum dos Blasted Mechanism, in loco… O aspecto oriental dos novos fatos fascina-me! E a ideia de ter o novo cd antes do dia de lançamento agradava-me bastante (no concerto de estreia oferecem o cd), visto que é o tipo de álbum que me acompanha no leitor de cds do carro… Mas já que não vou poder ir, lá terei de esperar uns dias a mais, até à data de lançamento…
E como já estou a ficar cansado de escrever, está na hora de terminar o texto (que quase parece um livro de contos!). :P
Receita: colocar as histórias soltas, as conspirações, a poesia, a música, os vegetais do tio Adolfo, as munições do sniper, o carisma do Capitão América e duas colheres de açúcar numa misturadora! E voilá! Estarei a ficar maluquinho?!
Título por si só polémico.
Vou tentar ser um pouco isento na escolha de lados mas obviamente que vou exprimir a minha opinião sem dó nem piedade!
Eles defendem afincadamente que são o sexo forte, elas respondem que eles são todos iguais! Estas “picardias” fazem-me rir.
Cientificamente, os homens utilizam sobretudo o hemisfério direito do cérebro, enquanto que as mulheres estabelecem mais relações entre os dois hemisférios e muito mais sinapses (ligações que permitem a ligação entre os neurónios). Por outro lado, o cérebro das mulheres é em média, 10% mais pequeno e tem menos neurónios no córtex, a área responsável pelas mais altas funções intelectuais e cognitivas.
Basicamente as mulheres têm uma maior habilidade para memorizar palavras e marcos de localização geográfica, enquanto que os homens têm superiores capacidades matemáticas e de orientação espacial. Ah, e segundo o estudo,elas têm um sentido de humor mais apurado (obviamente ninguém me estudou!).
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Outra característica que os cientistas apontam é a capacidade intuitiva que as mulheres possuem. O sexo feminino – está provado – tem uma inteligência emocional mais apurada: elas são mais hábeis a reconhecer e interpretar emoções e a antecipar intenções. Mas, por outro lado, as mulheres produzem mais hormonas ligadas ao stress e entregam-se a pensamentos negativos.
Enquanto que os homens evitam as emoções negativas, as mulheres ficam presas a elas, remoendo os factores de stress e de tristeza.A nível sexual, os estudos revelam que no momento do orgasmo o cérebro da mulher como que se desliga (será falta de bateria?!). Sobretudo as zonas ligadas às emoções, à ansiedade e ao medo desactivam-se completamente. Por instantes a mulher entra numa espécie de transe. É o culminar de um processo de redução da actividade cerebral que progride com a relação sexual.
Eu sempre desconfiei que elas não eram normais… lol
Em relação a dependências passa-se exactamente o contrário. A mulher fica presa à droga e ao álcool mais depressa do que o homem – os estrogénios facilitam e aceleram a absorção das substâncias. No que toca ao álcool, está comprovado que a mulher se vicia ao fim de menos tempo de abuso, com menos quantidade ingerida e com consequências menos graves…
Concluindo o estudo, em situações normais, as mulheres vivem mais do que os homens, em média cinco a dez anos. Pode ser porque o seu sistema imunitário é mais activo e elas combatem melhor as infecções (os cientistas especulam que isso se pode dever às exigências da maternidade), mas também porque o seu coração não perde tanta força como o do homem com a idade (sempre achei que iria morrer pelo coração!), porque as hormonas femininas têm um efeito protector do organismo (uma barreira actimel!), ou porque os homens tendem em envolver-se em actividades e comportamentos mais arriscados e violentos. Mas há teóricos que remetem para a evolução da espécie: quanto mais anos a mulher viver e mais devagar envelhecer, mais descendentes ela pode ajudar a criar.
Surgiu-me agora a dúvida: se elas dizem que os homens são todos iguais, por que escolhem tanto? Lol
Os mistérios da ciência são capazes de resistir aos mais profundos estudos!
Como resultado da minha pesquisa vejo-me obrigado a concluir que o sexo feminino é apresentado como a chave para o sucesso da raça humana!
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A partir de hoje está oficialmente aberto ao público, este blogue.
Será sem dúvida a continuação de uma vida de escrita, iniciada mais a sério em Julho de 2005, em filiperibeiro.blog.com. Acho que estava na altura de largar a plataforma blog.com e começar de cara lavada no meu próprio domínio.
Se fosse político esta seria a altura ideal para lançar a minha candidatura, obviamente baseada em promessas que não iria cumprir! Mas como não sou, apenas garanto que este agradável espaço servirá para renascer a aura que perdi algures…
Como descrição para este blogue, sucintamente afirmo que irá estar carregadinho de teorias da conspiração, sentimentalismos baratos, manias da perseguição e outras pancadas da meia noite!!! Ao melhor nível (depende da perspectiva) da minha pessoa! :D
Entretanto ainda ando a magicar, o que irei fazer de concreto à my precious home page… Inicialmente servirá apenas como plataforma de lançamento para este projecto bloguístico, mas espero escrever uma espécie de biografia para breve.
Espero cumprir com as espectativas e agradeço todas as sugestões que poderão aparecer.