Final Fantasy XIII
Amanhã à meia noite, um exemplar nas minhas mãos! ^^
Cena de acção ÉPICA!!!!
O cinema português devia seguir os exemplos do cinema indiano. Eu pagava para ir ver uma cena deste género ao cinema! ;)
Estes 5 minutos de acção frenética (LoL) deixam envergonhados o Steven Seagal ou o Chuck Norris!
O filme chama-se Alluda Mazaaka…! (1995) e é protagonizado pelo Megastar Chiranjeevi.
Ah e o pormenor da explosão no final… De génio! :P
Jesus Cristo, Alá e Buda fazem uma jantarada
As religiões movem multidões!

Sem sombra de dúvidas, a religião é um dos tópicos de conversa que me dá extremo prazer discutir. Talvez por, assumidamente, não acreditar em nenhuma religião! Há quem diga que sou contra, mas sublinho apenas que não acredito.
Respeito enquanto respeitarem a minha posição. É um caso recíproco…
Analisando a religião católica, acho burlesco cada pessoa poder interpretar o livro de Deus à sua maneira. Uma religião cheia de contradições e pendências de honra com a ciência.
As missas dadas numa igreja pelo padre Zacarias (nome fictício apenas para referência) conseguem ser interpretadas de maneira diferente de uma missa dada pelo padre Dionísio (outro nome engraçado) noutra igreja qualquer. Refiro-me a missas em que o tema é o mesmo e as leituras são coincidentes.
Há muitos séculos atrás, compreendo o papel que a religião teve para controlar as suas marionetas, leia-se povo. Nos dias de hoje seria lógico que as pessoas fossem realistas… Bastava isso.
Discutir religião é um tema que tem pano para mangas e dá-me um gozo tremendo falar com devotos sobre o seu Deus e as suas crenças. As pessoas crescidas não deviam ter um amigo imaginário.
Se tivesse alguns conhecimentos em psicologia poderia aconselhar os crentes em como se curarem mas em psicologia sou um total leigo!
Tive uma educação católica e como miúdo curioso que sempre fui, absorvi tudo o que me foi passado, sempre com imensas questões. Algumas dúvidas foram esclarecidas, outras nem por isso. As religiões têm uma palavra universal incrível para quando não sabem explicar qualquer coisa - a password é: fé. o_O’
Por essas e por outras é que li a Bíblia de uma ponta à outra. Só serviu para me dar mais razão.
Antes de criticar o que quer que seja, devemos estar informados do assunto em questão. Agora vou ler o Livro de São Cipriano para poder comentar outro tema!
Então e se eu criasse a minha própria religião? Chamava-lhe Filipenismo ou algo parecido…
Imagino no meio de uma missa, uma “padre” (sim, UMA, porque na minha religião as mulheres podem dar missas também ^^) a dar bolachas de chocolate às pessoas enquanto dizia: “Em nome de Cristo“, ao que as pessoas respondiam: “Graças a Filipe!“… Ou então: “O Filipe esteja convosco“, -”Ele está no meio de nós!“…
Vendo nesta perspectiva pode parecer absurdo, mas acho genial a analogia.
Acredito que muita gente esteja a pensar que eu estou completamente errado naquilo que digo e escrevo. São livres de acreditar em histórias da Carochinha e do João Ratão. Eu não tenho amigos imaginários e sou feliz assim mesmo.
Hoje em dia é facílimo encontrar falsa humildade por aí. Por isso é que considero a sinceridade, um dom.
Termino com uma citação de Voltaire: “Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las.”
Leituras do passado
Encontrei por mero acaso, uns textos que escrevi à cerca de 3 anos. Li-os por curiosidade e fiquei com uma sensação muito estranha… :S
É curioso relembrar o que me percorria a alma naquela altura, apesar de hoje conhecer o desenlace que aquela ilusão teve. :/
Demasiadas pessoas já me disseram que foi demasiado tempo perdido.
Apesar de ainda andar em baixo a tentar superar isto, acredito que faria novamente tudo o que fiz.
Deixo um vídeo para tentar animar.
Novo Ano
E ao quinto dia deste novo ano, escrevo aleatoriamente, um pouco como descarga de consciência.
Verdade seja dita, os blogues estão a entrar numa fase de abrandamento e há inclusive quem ache que estão a caminho da extinção. O futuro, segundo a “Maya”, pertence aos micro-blogs. Twittar é mais simples do que escrever algo estruturado…
Modernices à parte, quando tenho de escrever a sério, não há nada melhor que o nosso good-old-blog!
Pronto já escrevi qualquer coisa em 2010! YEY! *cofétis*serpentinas*whatever*

Natal
Somo este ano mais um Natal a trabalhar.
E já vão três consecutivos…
A todos os que aqui passaram, FELIZ NATAL. ^^

Palavras que magoam o meu espírito
Quando pensamos que a vida não tem nada de novo a nos mostrar, eis que surgem situações que nos deixam pensativos.
Escrevo sobre um episódio da minha vida que se tem vindo a arrastar ao longo de quase cinco anos. Comparo-o a uma novela mexicana principalmente por não achar piada nenhuma…
A minha história pode ser encarada como um caso raro de auto-tortura emocional em que, o tempo foi passando e o verbo amar não deixou de ser conjugado no singular.
Muitas pessoas passam pelo mesmo nas suas vidas e acabam por ultrapassar o caso naturalmente.
Como é hábito, eu tinha de ser diferente… Devo ser um anormal por ter visto sempre alguma coisa a manter a fogueira acesa. Cada vez que penso nisto, faz-me odiar a palavra esperança.
Ver a pessoa em questão seguir a sua vida com total naturalidade e sem reparar que eu sempre estive aqui, fiel aos meus sentimentos, fez-me explodir com raiva a mim mesmo!
Mantive este assunto como tabu durante muito tempo mas desta vez tinha de desabafar para tentar sair destas areias movediças. As vítimas: os meus amigos.
A solução prontamente sugerida, a meu ver, radical, foi cortar a corda da âncora do meu barco. Era urgente deambular em alto-mar, bem longe da terra onde estava atracado. E assim fiz…
Esta reabilitação é cheia de radicalismos mas quero acreditar que é impossível sentir-me pior do que eu me sinto e para grandes males, grandes remédios…
Provavelmente esta é a primeira vez que coloco o meu bem-estar à frente de tudo o resto mas sei que não podia acumular ainda mais esta situação.
Fica a mágoa de estar a fazer isto a uma pessoa fantástica mas que me tem atormentado inconscientemente.
Entro assim numa fase de profunda introspecção.




